AECE - Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento Bibliotecas Escolares (Pré-Escolar/1º, 2º e 3º Ciclos/Ensino Secundário
13 março 2015
11 março 2015
10 março 2015
05 março 2015
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de
movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados
Unidos.
Os dias de trabalho eram
aproximadamente de 15 horas diárias e os salários muito baixos introduzidos
pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar
melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade económica e política no país.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade económica e política no país.
No ano
seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de
fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova
York e culminou, em novembro de 1909, numa longa greve têxtil que fechou quase
500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal, em diversos países.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – num protesto conhecido como "Pão e Paz" – no entanto, a data só foi oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Só 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal, em diversos países.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – num protesto conhecido como "Pão e Paz" – no entanto, a data só foi oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Só 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres.
Em 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de
março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
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